About Me

Nasci no Méier, bem no subúrbio do Rio de Janeiro, entre as favelas, em vinte e seis de abril de 1991, sendo assim, sou do signo de touro e não sou tão boazinha quanto o signo pede. Morei por dezenove verões na mesma casa e agora, num surto repentino de responsabilidade, casei e vim parar em Olinda, Pernambuco, Curso primeiro ano, estou quase (amém!) terminando, uma vez que parei porquê engravidei. estou em dúvida entre fazer faculdade de maquinas navais ou letras.

Tenho saudades doentias, lembranças boas de passados distantes, numa época onde haviam mais crianças brincando nas ruas do que pedindo esmola. Carrego uma nostalgia impregnada, tenho nos olhos lembranças de outros verões, sorrisos nem sempre sinceros e coração fácil e carente dentro do peito. Não Choro por qualquer besteira, não vivo sem chocolate e adoro ficar em casa, de pijama e adoro andar descalça na rua, comer pipoca e ver filme.Minha mãe é uma guerreira. Meu pai uma desilusão meu irmão, um nerd recalcado. meu marido, minha base e meu filho minha vida!!! Tudo e mais um pouco, faz parte de quem sou hoje e se não fosse assim, essa que vos escreve seria diferente. Amargurada, talvez.
Amo com facilidade, gosto de cores frias, de olhos que sabem sorrir, de amigos que são eternas crianças e de amigos que serão eternos, embora não saibam. Já enterrei ums amigo, dois avós e uma avó e me perdi em cada lágrima derramada. As saudades, rego com freqüência e dói vezenquando, fazendo com que me sinta mais viva e gosto de transpassar o que sinto, para que as pessoas sintam comigo ou apenas para aliviar quando é demais. E quase sempre, tudo é demais para mim. Sou mais forte do que pensava, não gosto de amarelo, não durmo de meias, não gosto de ter que me explicar e detesto que não prestem atenção nas coisas que faço, nas coisas que falo e nas coisas que sinto.
Escrevo porque me faz bem evaporar. Sujar o dia bonito quando a tristeza assola, pintar um arco-íris de sorrisos em dias cinza, mas de felicidade muita e também gosto dessa poesia sem rima, da doçura que vem pelos cantos e das amizades que criei entre letras tão cinzas e frias, entre palavras quentes e sinceras e entre uns votos de melhoras, por e-mail, que se estendem desde então. É, eu amo muita gente daqui, desse mundo que chamo de meu e que juntos chamamos nosso.

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