“Afinal, tudo que se torna rotina um dia enjoa.”
Wallacy Richard (via c-oerente)

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Gabriela

E se perguntassem o que vem a ser o certo, Gabriela olharia com a cabeça torta como a de um cachorro quando parece não compreender o que se passa. O olhar de repente vidrado de quem tem sede de entender as coisas que acontecem ao redor. Ela não sabia amar, talvez. Então mais um amor havia ido embora, mais um amor havia chegado ao fim. Nessa imensa individualidade onde ninguém podia entristecê-la sempre cresciam espinhos. Espinhos para machucar aqueles que a machucavam, então assim não a tocavam. Não tocava porque o medo da mágoa não deixava que lhe tocassem, ou então havia medo porque não haviam tocado fundo o suficiente para que o medo não existisse. Que triste então estava sendo, mas Gabriela parecia acostumada. Acostumada e fria porque depois de tantas lágrimas, ela finalmente parecia ter secado. A maquiagem borrada em volta dos olhos tinha sido limpa na noite anterior. Quando Antônio e ela se encontraram; ela parecia inteira. Inteira porque não tinha ficado nada dela para trás. Seus olhos eram de desilusão, de cansaço. Cansada de construir sonhos, planos, fantasias. E depois da desilusão ter de destruir uma a uma, como se nada daquilo tivesse um dia existido, só para olhar para trás e não sentir nada do que sentira antes. Era mais um fim doído, choroso, arrastado. Fosse o ponto final sua última lágrima de dor, já havia então sido decretado. Decretado num discurso mudo, num adeus em silêncio. Dito através de tudo daquilo que não havia sido falado. Antônio não parecia prestes a dizer nada. Gabriela não diria; se pudesse escolher, teria ficado calada, mas lhe escapou: “Meu coração tá ferido de amar errado. De amar demais, de querer demais, de viver demais. Amar, querer e viver tanto que tudo o mais em volta parece pouco. Seu amor, comparado ao meu, é pouco. Muito pouco. Mas você não vê. Não vê, não enxerga, não sente. Não sente porque não me faz sentir, não enxerga porque não quer. A mulher louca que sempre fui por você, e que mesmo tão cheia de defeitos sempre foi sua. Sempre fui só sua. Sempre quis ser só sua. Sempre te quis só meu. E você, cego de orgulho bobo, surdo de estupidez, nunca notou. Nunca notou que mulheres como eu não são fáceis de se ter; são como flores difíceis de cultivar. Flores que você precisa sempre cuidar, mas que homens que gostam de praticidade não conseguem. Homens que gostam das coisas simples. Eu não sou simples, nunca fui. Mas sempre quis ser sua. Você, meu homem, é que não soube cuidar. E nessa de cuidar, vou cuidar de mim. De mim, do meu coração e dessa minha mania de amar demais, de querer demais, de esperar demais. Dessa minha mania tão boba de amar errado. Seja feliz.”

Eternamente Fresno

É gente, hoje tem show da Fresno em recife. e eu estou aqui, me contentando em lágrimas escutando incansavelmente esses caras no meu notebook. Pois é! Nem sempre temos oq queremos e o que eu queria hoje, era está lá gritando e cantando até fcar roca, rouca; como sempre fiz antes de vir morar neste lugar que só tem show deles uma vez em cada década e justamente hoje, não pude ir. Mas, Graças! estou voltando pro Rio de Janeiro!

Não acho que a Fresno seja uma banda EMO. pois é formada por integrantes adultos com influencia clássica!

Mas fazer oque se todas as bandas do Brasil formada por caras que usem calça jeans e camisa xadrez e que tenha m cabelo lizo aquí nessa merda de país seje consideradas bandas EMO ¬¬.

E eu anda estou me lamentando de não está lá entrando pelos portões do Clube International do Recife pra curtir os meus ídolos!


“Pra ser fã não precisa amar desde o inicio, basta amar até o fim! “

Ela te traiu? a culpa é sua mermão!

Desculpe, mas já que você está me perguntando eu vou ter que falar. Você traiu muito antes e muito mais do que ela. Não, não estou falando de culpa, mas de fatos. Essa menina era apaixonada por você como ninguém. Não te trocava nem por um passeio no shopping com direito a compras patrocinadas pela mãe. Entre nós, você a empurrou do trem. Primeiro acostumou ela com café da manhã na cama, bandeja com flor e bom dia com direito a declaração de amor. Depois começou a levantar mais tarde, sair de casa correndo, e sempre com aquela cara de mau humor. Bom dia? Bom dia pra quem? Quando estavam juntos era só ela que estava com você. Tentava desabafar e você preocupado em trocar o seu avatar. Você brigava por causa das amigas dela. Ela bem que tentou resistir, mas de tanto você insistir, acabou pouco a pouco se afastando das festinhas, dos jantarzinhos, e das tardes de tricotagem. Para ficar contigo se afastou do mundo. Depois vem você com esta história de liberdade, de clube do bolinha, que em minha opinião está mais para clube do bolhinha. O fato é que cada vez mais você foi deixando ela sozinha. E não me fale mais que você escolheu a pessoa errada, você foi se transformando num canalha. Ela te chamando para deitar e você na internet vendo mulher pelada, enquanto isso ela no quarto, pondo a roupa toda decepcionada. Será que ainda não percebeu que você a traiu de todas as formas, transformando uma relação que era quente de paixão em uma coisa morna? Me fale, qual o chocolate que ela mais gosta? E a flor, qual é a preferida dela? Há quanto tempo você não pede para o garçom trazer o presente dela de surpresa na mesa? O que, nem no restaurante você leva mais ela? Beleza….! Lembra que ela te pediu para baixar aquelas músicas na internet? Então, você não baixou, claro, mas ao menos se lembra que estilo de música que ela mais gosta? Não cara, agora é bossa nova. Na boa, você perdeu esta mulher a toa. Ela não acha graça nas piadinhas que você faz sobre as meninas da TV, não se sente atraída pelo terrível hálito de cabo de guarda chuva que você vai se deitar depois de ter ingerido quilos de cerveja com torresmo no bar, e nem tem tesão em ficar ouvindo suas mentiras e histórias machistas sobre a malandragem masculina: Malando é malandro e mané é mané, pode crer que é. Você vê? O problema não começou com a traição, e sim com a solidão. O que você não esperava, e também não acreditava, é que ia chegar um bonitão, olhando para ela da mesma forma que ela vê você olhando para a televisão. Ela aceitou um café, ele abriu a porta do carro e ajudou ela a descer pegando em sua mão. É assim cara, sempre vai ter um espertalhão disposto a preencher os espaços de um coração. Mesmo que isto seja só para sedução. Seduziu, aí traiu. Gentileza e fino trato. E para piorar levou ela naquele motel mais caro da cidade. É, aquele que ela vivia falando que tinha vontade de conhecer, mas que você nunca viu necessidade, julgava um gasto banal, afinal, ultimamente o sofá da sala para você já era uma aventura sem igual. É compadre, ele conversou com ela sobre música, teatro, cinema e vida profissional. Passou longe da sua cueca no varal. Quer saber o pior, trair não foi nada. Ela se apaixonou mesmo pelo cara.

Uma senhora muito pobre telefonou para um programa cristão de rádio pedindo ajuda. Um bruxo do mal que ouvia o programa resolveu pregar-lhe uma peça. Conseguiu seu endereço, chamou seus secretários e ordenou que fizessem uma compra e levassem para a mulher, com a seguinte orientação: Quando ela perguntar quem mandou, respondam que foi o DIABO! Ao chegarem na casa, a mulher os recebeu com alegria e foi logo guardando os alimentos. Os secretários do bruxo, conforme a orientação recebida, lhe perguntaram: – A senhora não quer saber quem lhe enviou estas coisas? A mulher, na simplicidade da fé, respondeu: – Não, meu filho… Não é preciso. Quando Deus manda, até o diabo obedece!

(…)sinto falta de coisas que perdi do lugar onde nasci, e do colégio que estudei amigos vão sem se dispidir e vc já nao me faz sorrir…


 

 

li esse trecho da musica do FORFUN-CARA ESPERTO no orkut da minha amiga e foi um tiro certeiro danei a lembrar de quando eu tinha meus 14 anos que eu saida de allstar coturno, saia jeans e baby look preta num sol de 40 graus só pra andar na rua.. nao sei porquê. com fome e sede só com um maço de hollywod no bolço mas com uma vontade enorme de andar o mundo inteiro só com aqueles 20 cigarros! e meus fins de semana eram isso, praça do instituto educação, bar  do portuga, um bar GLS que tinha lá..(só me lembra de Karla, saudades dela)!!  jogavamos sinuca até tarde escutando o acústico da Ana Carolina, é claro bebendo itaipava e fumando hollywod azul!! ai eu lembro de como eu era apaixonada pelos meus namoradinhos maiores de idade. eu era a mais novinha da turma mas me engrandecia só pq eu tinha um piercing no mamilo esquerdo e namorava um garoto de 18 anos.. mas agente crece e vê que não ser mais virgem, beber e não ficar bebada, fumar e não tossir, isso não é nada  perto da sua vida quando vc cresce, faz 18,19 anos e vê que nao tem graça nenhuma que vc poderia ter aproveitado muito mais doque todos aqueles fins de semana  jogados debaixo de sol

(…)e quando o sol invade os olhos é só pra te lembrar que o bom da vida não tem preço, que é hora de acordar!!!

Não, eu não tive infancia!!!

Para sempre em meus olhos

Me custa a confessar o quanto eu amo você, porque é algo que quero renegar até a morte. Talvez por ferir o meu ego, por demonstrar quem sabe uma fraqueza minha. Mas cada vez que eu vejo você, há uma batalha dentro de mim, são os meus pensamentos, as recordações que se enfrentam como em um ringue onde um deseja nocautear o outro. É o meu coração que fica flertando com a minha razão, tentando convencê-la que você deve ficar. Eu tento me convencer, inultimente, que você não era para mim. Mas eu, sinceramente, só quero acreditar que a gente nasceu uma para a outra. Que os teus braços ainda têm o formato do meu corpo e que eles vivem me esperando para um abraço. Que você ainda beijará os meus olhos como fazia antigamente e me chamará de “Olhos de jabuticaba” como sempre fazia. Mas isso não irá acontecer.
O que me apavora não é a distância entre nós e muito menos não estar com você. É saber que a qualquer momento nós vamos nos perder para sempre, seguiremos caminhos distintos, formaremos uma família. E o que me deixa nervosa é a possibilidade de entregar meu coração a alguém e você continuar aqui dentro do peito. Não quero que isso aconteça, mas me recuso a te despejar. O que acontece comigo, menina? Queria conter meu coração que tenta sair pela boca cada vez que te vejo, queria conter os meus olhos que te seguem sem nenhum pudor quando você está com ele, mas infelizmente os meus instintos são mais ávidos que minha sensatez.
Eu queria, menina, dizer que pouca coisa mudou desde que deixamos de ser. Acredito que o sentimento apenas amadureceu e a vontade tenha aumentado um pouquinho também. Aquela vontade de ficar abraçado olhando para o céu por sobre os teus ombros, da tua voz me chamando de menina maluquinha, de você dizendo que ficaríamos juntas para sempre. Eu sei que nunca mais seremos nós novamente, até mesmo porque apesar de te querer eu não te quero, entende?! Só quando eu te vejo é que esse desejo acentua. E confesso, que longe, você não me é mais apetecível. Eu só queria convencer às lembranças a se aposentarem, daí jamais voltaria a ter um vestígio de ti em meus pensamentos.

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